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Como já dizia, Angelo Gaiarsa, as mulheres detém em suas mãos o futuro da humanidade. Há pouco tempo atrás, mulheres na Turquia fizeram "greve de sexo", por tempo indefinido, para conquistarem mais respeito aos seus direitos civis. Os machos ficaram privados de um dos seus maiores prazeres imediatistas e - claro - no período, cairam as concepções. Agora temos as mulheres de Papua Nova Guiné sendo mais extremistas. Se as mulheres das favelas brasileiras, aquelas inseridas em grupos extremistas, culturas opressores do sexo feminino e de países extremamente beligerantes como os EUA fizessem o mesmo ia faltar "carne para canhão" e menos mulheres seriam apedrejadas ou passariam fome. Entre erros e acertos elas aprenderão como achar o meio termo. Contudo, entre os horrores que vemos no planeta e sabendo que a maior parte é perpretado, infelizmente, pelo Homem macho, cortar, desse modo, "o mal pela raiz" é dos absurdos o menor. Se alguém deve ser abortado ou morto ao nascer que sejam bebes do sexo masculino. Eu, pessoalmente, sou mais econômico: que as mulheres mostrem em sua abstinência sexual que não são meros montes de carne com a finalidade de satisfazer a volúpia de algum gênero. E, se alguém tem que nascer, que seja concebido por um motivo nobre, o que não inclui a quase totalidade das alegações para se ter um filho. Por outro lado, acredito que não precise nascer mais ninguém. Tem bípede implume demais sobre o planeta. A espécie não está em risco de extinção. Vai faltar quem faça a guerra (de modo geral os machos, mas não exclusivamente eles) e quem esteja interessado nelas (a história já demonstrou que, por muitas e muitas vezes, haviam mulheres por trás dos interesses espúrios masculinos, quando não eram as próprias a promover as barbáries). As mulheres de hoje já não estão mais sujeitas aos mesmos perigos naturais de outras épocas e não precisam mais de machos inúteis que não tendo o que fazer, se matam uns aos outros, corrompem as mulheres e as matam, quer por fome, ferro ou apedrejamento. Por outro lado, as mulheres tem que arregaçar a manga, parar de expor os corpinhos para faturar, esperar por maridinhos abastados e trabalhar duro.
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Mulheres de Papua Nova Guiné matam bebês para tentar encerrar guerra tribal
Mulheres de uma área rural de Papua Nova Guiné estariam matando seus filhos recém-nascidos do sexo masculino numa tentativa desesperada de encerrar uma guerra tribal que já dura mais de duas décadas, segundo relatos publicados pela imprensa local.
Segundo o jornal papuásio The National, duas mulheres da região fizeram a revelação durante um encontro promovido na semana passada na cidade de Goroka, capital da província que abriga as tribos em conflito, para discutir a paz e a reconciliação na região.
Segundo as mulheres, Rona Luke e Kipiyona Belas, de duas tribos em disputa, a decisão de sacrificar os bebês do sexo masculino foi tomada para forçar o fim do conflito ao reduzir a população masculina disponível para a guerra.
“Todas as mulheres concordaram em matar todos os bebês do sexo masculino porque elas já estavam fartas de ver os homens se envolvendo em conflitos tribais e deixando-as na miséria”, relatou Luke, de acordo com o National.
Ela admitiu que a morte dos bebês era um crime bárbaro, mas alegou que essa era a única maneira que as mulheres tinham para tentar acabar com o conflito.
Dificuldades
Belas, por sua vez, afirmou que as mulheres tinham dificuldades em conseguir alimentos enquanto seus maridos permaneciam envolvidos na guerra.
As mulheres não souberam dizer quantos bebês foram sacrificados até agora durante o período de conflito, iniciado em 1986 após a ocorrência de alguns assassinatos na região atribuídos a bruxaria.
O Exército da Salvação, que promoveu o encontro da semana passada em Goroka, vem reunindo líderes de 15 diferentes tribos da região para tentar negociar um fim aos conflitos.
Segundo um porta-voz da organização, o assassinato dos bebês recém-nascidos é uma demonstração da extrema frustração das mulheres com os homens envolvidos na guerra.
Segundo o jornal papuásio The National, duas mulheres da região fizeram a revelação durante um encontro promovido na semana passada na cidade de Goroka, capital da província que abriga as tribos em conflito, para discutir a paz e a reconciliação na região.
Segundo as mulheres, Rona Luke e Kipiyona Belas, de duas tribos em disputa, a decisão de sacrificar os bebês do sexo masculino foi tomada para forçar o fim do conflito ao reduzir a população masculina disponível para a guerra.
“Todas as mulheres concordaram em matar todos os bebês do sexo masculino porque elas já estavam fartas de ver os homens se envolvendo em conflitos tribais e deixando-as na miséria”, relatou Luke, de acordo com o National.
Ela admitiu que a morte dos bebês era um crime bárbaro, mas alegou que essa era a única maneira que as mulheres tinham para tentar acabar com o conflito.
Dificuldades
Belas, por sua vez, afirmou que as mulheres tinham dificuldades em conseguir alimentos enquanto seus maridos permaneciam envolvidos na guerra.
As mulheres não souberam dizer quantos bebês foram sacrificados até agora durante o período de conflito, iniciado em 1986 após a ocorrência de alguns assassinatos na região atribuídos a bruxaria.
O Exército da Salvação, que promoveu o encontro da semana passada em Goroka, vem reunindo líderes de 15 diferentes tribos da região para tentar negociar um fim aos conflitos.
Segundo um porta-voz da organização, o assassinato dos bebês recém-nascidos é uma demonstração da extrema frustração das mulheres com os homens envolvidos na guerra.